associação do porto de paralisia cerebral

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A APPC é membro da Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral e membro da International Cerebral Palsy Society

 


Centro de Recursos para a Inclusão

Os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI’s) surgiram de uma “política orientada pelo princípio da inserção social que garanta que a criança ou jovem com deficiência participem nos serviços comuns de educação, formação, emprego, etc.” Com este projeto, a Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC) pretende acompanhar a inovação das práticas de intervenção baseadas nos contextos naturais, assegurando a prestação de serviços de excelência pela diversidade humana. O CRI|APPC encontra-se acreditado, desde o ano letivo 2009-2010, nos termos constantes do Aviso nº 22914/2008, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 170, de 3 de setembro. 
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Objetivos

Tendo como base a reorientação das escolas especiais, o CRI tem como objetivo geral “apoiar a inclusão das crianças e jovens com deficiências e incapacidade, através da facilitação do acesso ao ensino, à formação, ao trabalho, ao lazer, à participação social e à vida autónoma, promovendo o máximo potencial de cada indivíduo, em parceria com as estruturas da comunidade”.
Assim, os CRI’s pretendem:

 (baseado em “Diário da República, 2ª série nº170 – 3 de Setembro de 2008”) topo

Destinatários

Crianças e jovens com necessidades educativas especiais (NEE), integrados no 1º, 2º e 3º ciclo e secundário. 

Área de abrangência

O CRI APPC desenvolve a sua atividade em agrupamentos de escolas dos concelhos do Porto e Gondomar. topo

Recursos humanos

Coordenação
Equipa técnica Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas, Psicólogos. topo

Princípios Estruturantes

 

Outras iniciativas

Re|Pensar a Escola – parcerias para a inclusão

No passado dia 18 de setembro de 2015, no Auditório do Agrupamento de Escolas do Cerco, no Porto, decorreu o I Encontro Nacional de Agrupamentos de Escola (AE)/Escolas(E) e Centros de Recursos para a Inclusão
“Re|Pensar a Escola – parcerias para a inclusão”.

 

Organizado pela Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC), este seminário teve por objetivo o alargamento da reflexão e análise acerca do trabalho de apoio aos alunos com necessidades especiais de educação, a todos os intervenientes na parceria AE/E e CRI. Este trabalho, anualmente regulado pelos Planos de Ação definido com cada Agrupamento de Escolas, conta já com sete anos de implementação. No entanto, fruto das conclusões do 1º encontro de CRI promovido também pela APPC em maio deste ano, mantêm-se ainda grandes lacunas e divergências entre parceiros ou entre parcerias, no que respeita ao tipo e formato da intervenção técnica especializada, à definição do papel da educação especial e à compreensão dos conceitos de inclusão, participação e autodeterminação. Neste Seminário estiveram reunidas cerca de 200 pessoas, entre alunos com e sem necessidades especiais de educação, docentes do ensino regular e especial, técnicos e coordenações das equipas CRI e membros de diversas Instituições. Destaque-se como nota menos positiva a fraca adesão dos pais, dos Diretores dos Agrupamentos de Escola e dos docentes titulares de turma, elementos cujas presenças serão essenciais em futuros encontros, de modo a alargar e alinhar a ação de todos os intervenientes no processo de inclusão dos alunos na vida escolar e social, independentemente das suas necessidades individuais. Presidiu à Sessão de Encerramento o Sr. Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Dr. Fernando Reis.

 

Conclusões:

I ENCONTRO NACIONAL DE CENTRO DE RECURSOS PARA A INCLUSÃO

REFLEXÃO: PASSADO. PRESENTE. QUE FUTURO?

 

fotos do Encontro
.Ver fotos

 

No passado dia 8 de maio, decorreu o I Encontro Nacional de Centros de Recursos para a Inclusão (CRI), organizado pela Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC), no Espaço Atmosfera M  do Montepio Geral, no Porto. 
Estiveram presentes 34 destes Centros de Recursos para a Inclusão, com 99 participantes (fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, psicomotricistas, coordenadores de serviço, direção técnica, técnicos de acompanhamento de planos individuais de transição e técnicos superiores de educação). O Encontro organizou-se em torno de 6 conversas temáticas, cada uma com respetivo moderador. Estiveram ainda presentes os membros da Comissão de Acompanhamento dos CRI do Ministério da Educação, a Senhora Presidente da Direção da Federação das Associações de Paralisia Cerebral, o Senhor Presidente da Direção da Associação de Paralisia Cerebral do Porto, a Senhora Deputada Coordenadora do Grupo de Trabalho da Educação Especial da Assembleia da República, o Senhor Subdiretor da Direção Geral da Educação e o Senhor Diretor da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Este Encontro surgiu da urgente necessidade duma análise partilhada entre todas entidades, que em Portugal possuem Centro de Recursos para a Inclusão e que, em parceria com os Agrupamentos de Escola , desde 2009/10 procuram construir uma educação inclusiva. 
Foi portanto um dia marcante no que respeita ao conhecimento de metodologias de intervenção e boas práticas de todos, com o intuito de alcançar uniformidade ao nível do modus operandi, antecipando ações e desafios futuros.
Neste Encontro foram apresentados os resultados do estudo “Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos com NEE: O caso dos Centros de Recursos para a Inclusão”, promovido pela Direção-Geral da Educação (DGE). Seguiram-se, em simultâneo, seis ciclos de conversas versando os seguintes temas: “Avaliação centrada no contexto”, “Como desenhar objetivos?”, “Transição para a vida pós escolar”, “Regulamentação dos CRI”, “Intervenção em Currículos Específicos Individuais” e “Intervenção nos Processos de Adequação Curricular”. Cada uma destas conversas , dinamizadas por um moderador convidado para o efeito pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido na área, tiveram  cerca de 15 participantes, que representaram diferentes áreas técnicas e instituições. Em simultâneo, decorreu, ainda, uma reunião  da Comissão de Acompanhamento dos CRI, com o objetivo de discutir questões político-financeiras e legislativas. No encerramento do Encontro foram partilhadas com todos os participantes do Encontro Nacional, as principais conclusões de cada conversa.
Foi evidenciada a grande variabilidade de práticas entre os diferentes técnicos e instituições, a qual parece estar relacionada com diferenças no funcionamento: conteúdos das parcerias, vínculos contratuais dos profissionais, data de inicio da intervenção, metodologias de avaliação, concetualização em torno da Inclusão, etc.
As conclusões permitiram identificar a necessidade comum de se uniformizar práticas e procedimentos, sentindo-se a carência de regulamentação específica proveniente dos órgãos decisores bem como a urgência de ações de formação e de investigação na intervenção em contexto escolar, que ajudem a orientar a intervenção. Ficou o compromisso de serem disseminadas as conclusões de cada conversa, espelhando as boas práticas comuns aos diferentes CRI, bem como recomendações para o futuro.

Também a  Comissão de Acompanhamento dos CRI do Ministério da Educação, composta por membros da DGE, da DGEstE e representantes das Federações (FAPPC, FENACERCI, HUMANITAS, etc) partilharam as conclusões da sua reunião, através do Sr. Subdiretor da DGE, Dr. Pedro Cunha. Este transmitiu aos presentes, que o ênfase no próximo ano letivo será na  garantia que os apoios dos CRI estejam estabelecidos ao  longo do ano letivo e desde o primeiro dia de aulas; declarou a intenção de mudar o modelo de financiamento, em função de um rácio pré-definido, com critérios de majoração e minoração, de forma a permitir a distribuição local, numa lógica plurianual; ainda uma vontade de melhorar o modelo de parceria entre os CRI e os Agrupamentos de Escola, através da definição de referenciais comuns. Salientou que para este efeito se espera que em muito contribua o manual de apoio à prática, encomendado ao Centro de Reabilitação Profissional de Gaia, tendo sido, para esse efeito, solicitados os contributos de todos os CRI; e ainda, a intenção clara de manter o foco na monitorização e na avaliação dos CRI. Finalmente, foi identificada a necessidade de continuidade de iniciativas similares, pela reconhecida  importância que este Encontro assumiu na promoção da discussão em torno de uma problemática que afeta alunos, famílias, docentes, escolas, instituições e profissionais e a vontade de que os CRI sejam um projeto de continuidade, com mais consistência e estabilidade. Neste sentido, foi proposta a realização de novos Encontros com objetivos similares, que venham dar continuidade ao trabalho já iniciado e onde possam estar também as famílias e os professores, numa lógica de partilha entre todos os intervenientes na Educação Inclusiva. Este foi também o desejo da generalidade dos presentes.

 

Conclusões:

Seminário
“Desafios da Inclusão, 3 anos do Centro de Recursos

No passado dia 22 de junho de 2012, no auditório da Escola do Cerco, a APPC - Associação do Porto de Paralisia Cerebral promoveu um debate em torno dos “Desafios das Inclusão”, propondo assim, uma reflexão conjunta a partir dos últimos 3 anos entre todos os que participaram na operacionalização do paradigma da inclusão educativa. Pais, alunos, professores, técnicos dos centros de recursos para a inclusão, outros profissionais interessados, entidades promotoras e financiadoras, motivados por um ilustre painel de oradores “refletiram acerca dos desafios da inclusão numa escola de todos”.

Conclusões:

Campo de Férias

Surge da necessidade de se desenvolverem ações de apoio à família. Dinamizado pelos técnicos do CRI, desde 2011, em colaboração com os AE, pretende-se proporcionar um conjunto de atividades lúdico-pedagógicas a crianças e jovens integrados nas UAEEAM apoiados pelo CRI APPC, em integração com os diferentes serviços da Villa Urbana APPC.

No ano letivo 2013/2014, a perceção dos pais e encarregados de educação das crianças/jovens que frequentaram o campo de férias indicam que 81% dos clientes estão totalmente satisfeitos com o serviço, sendo apontada como uma mais-valia nas medidas de apoio à família.topo

Grupos de Ajuda Mútua

Constituídos por pais e/ou encarregados de educação de crianças ou jovens que beneficiam do apoio do CRI, os GAM baseiam-se na reunião entre pessoas com o mesmo tipo de problemáticas que fornece, através da coesão, uma forma de suporte social alternativo onde as pessoas se sentem mais seguras para desenvolverem estratégias mais adaptativas, de forma a lidarem com as suas dificuldades ou satisfazerem necessidades. topo

 

Legislação aplicável

http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=5341&fileName=portaria_98_2011.pdf
http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=2512&fileName=aviso_22914_2008.pdf
http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=2037&fileName=lei_21_2008.pdf
http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=1530&fileName=decreto_lei_3_2008.pdf
REORIENTAÇÃO DAS ESCOLAS ESPECIAIS | CRI 2007.

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Contactos

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